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><channel><title>Totalize Cobrança Condominial</title> <atom:link href="http://www.totalizecondominios.com.br/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>https://www.totalizecondominios.com.br</link> <description>Cobrança de condomínios em Curitiba Paraná - A Totalize garante a tranquilidade do seu condomínio - A certeza do recebimento da taxa de condomínio - Elimine o problema da inadimplência</description> <lastBuildDate>Thu, 27 Aug 2026 08:10:34 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator> <item><title>Saiba como fazer assembleias produtivas</title><link>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/saiba-como-fazer-assembleias-produtivas-4?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=saiba-como-fazer-assembleias-produtivas-4</link> <comments>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/saiba-como-fazer-assembleias-produtivas-4#comments</comments> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 08:10:34 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.totalizecondominios.com.br/?p=6276</guid> <description><![CDATA[Uma das coisas que chama à atenção é a baixa frequência dos moradores em assembleias. Isto se deve, em grande parte, às extensas pautas, ao longo tempo de duração delas e também aos conflitos durante essas reuniões. Então, para que as assembleias sejam produtivas é necessário que o síndico e a administradora do condomínio se [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div id="calcHeader"><div><p style="text-align: justify;">Uma das coisas que chama à atenção é a baixa frequência dos moradores em assembleias. Isto se deve, em grande parte, às extensas pautas, ao longo tempo de duração delas e também aos conflitos durante essas reuniões.</p></div></div><div><p style="text-align: justify;">Então, para que as assembleias sejam produtivas é necessário que o síndico e a administradora do condomínio se preparem bem e com boa antecedência. Abaixo sugerimos quatro dicas para que as assembleias sejam eficazes:</p><ol style="text-align: justify;"><li><strong>1. Colocar em pauta somente os assuntos pertinentes às assembleias ordinárias<br /> </strong>Muitos síndicos acabam cedendo à pressão de alguns moradores e levando assuntos que poderiam ser discutidos em outras assembleias, como as extraordinárias. Excesso de pauta faz com que o tempo da assembleia seja muito longo, invariavelmente.<br /> Por isso, o síndico deve se ater aos assuntos principais como Prestação de Contas, Previsão Orçamentária, e, se for o caso, Eleições. Essas pautas, por si só, já são demasiadamente extensas dependendo do tamanho do condomínio.</li><li><strong>2. Elaborar o Edital de Convocação de modo inteligível<br /> </strong>Para que os condôminos saibam exatamente qual será o seu papel na assembleia é preciso que o edital seja escrito com bastante clareza.<br /> Por exemplo, uma das questões que mais causa morosidade às assembleias são os conflitos gerados logo na chegada dos moradores para assinar a lista de presença. Muitos que comparecem não são os proprietários e na maioria das vezes estão sem o documento de representação (procuração) adequado. Informações bem escritas, de preferência validadas por um advogado, ajudará a eliminar possíveis desentendimentos.</li><li><strong>3. Enviar os documentos relativos às pautas juntamente com o edital de convocação.<br /> </strong>Essa boa prática de gestão tem se mostrado eficiente na medida em que torna possível que os moradores tenham acesso prévio a todas as informações que serão discutidas a fim de que haja a eficácia esperada.<br /> Ao tratar da Previsão Orçamentária, por exemplo, o síndico deve encaminhar uma planilha do orçamento para os condôminos. Isso evitará uma série de detalhamento na hora da reunião, o que geralmente toma muito tempo.</li></ol><p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: A Cidade On</strong></p></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/saiba-como-fazer-assembleias-produtivas-4/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>O que fazer quando o morador de cima faz muito barulho?</title><link>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/o-que-fazer-quando-o-morador-de-cima-faz-muito-barulho-2?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-fazer-quando-o-morador-de-cima-faz-muito-barulho-2</link> <comments>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/o-que-fazer-quando-o-morador-de-cima-faz-muito-barulho-2#comments</comments> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:29:55 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.totalizecondominios.com.br/?p=6291</guid> <description><![CDATA[Veja como lidar com um vizinho barulhento e como produzir provas de barulho do vizinho de cima. O barulho no condomínio é um dos principais problemas que o síndico enfrenta. Ao mesmo tempo, é também uma situação estressante para moradores com um vizinho barulhento. Apesar das regras estipuladas na Convenção de Condomínio e na Lei do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div id="calcHeader"><div><p style="text-align: justify;"><strong>Veja como lidar com um vizinho barulhento e como produzir provas de barulho do vizinho de cima. </strong><strong>O barulho no condomínio é um dos principais problemas que o síndico enfrenta. Ao mesmo tempo, é também uma situação estressante para moradores com um vizinho barulhento.</strong></p></div></div><div><div style="text-align: justify;"><div><p>Apesar das regras estipuladas na Convenção de Condomínio e na Lei do Silêncio, elas são ignoradas em muitas ocasiões.</p><p>O que pode ser feito nesses casos? Como produzir provas de que o morador do andar de cima faz muito barulho?</p><p>E quando o síndico é omisso, que caminhos podem ser tomados pelo morador prejudicado?</p></div><div><p><strong>Converse com o vizinho barulhento e informe o síndico</strong></p></div><div><div>O primeiro passo para lidar com barulho no condomínio é conversar com o vizinho barulhento.</div></div><div><p>Às vezes, ele pode se exceder temporariamente. Um som mais alto para fazer atividades físicas ou uma festa pontual. Um pequeno barulho para instalar uma prateleira ou um carpete.</p><p>Se é uma exceção, o problema rapidamente se resolve. Caso o evento se repita, basta pedir a ele que tenha mais cuidado.</p><p>A questão fica mais difícil quando o vizinho barulhento possui essa característica frequentemente ou há situações incontroláveis.</p><p>O choro do bebê e o latido do cachorro são incontroláveis. É preciso ter compreensão e conversar com ele para ver o que pode ser feito. No caso do cachorro, seria possível adestrá-lo?</p><p>Se quando a conversa não resolve, o melhor é acionar o síndico.</p><p>Ele é o responsável por garantir o sossego e a tranquilidade da coletividade. Seja pessoalmente ou por meio de livro de ocorrências, o gestor precisa saber sobre o barulho no condomínio.</p><p><strong>Pense em soluções de infraestrutura </strong></p></div><div><div>Para os casos que aparentemente não têm solução, os condôminos podem pensar em melhorias para sua unidade.</div></div><div><p>Existem 3 boas ideias que você pode adotar para se proteger de um vizinho barulhento:</p><ul><li><strong>Instalar o drywall: </strong>drywall são chapas de gesso acartonado com enchimento de lã que podem ser colocadas no teto (barulho que vem de cima) ou na parede lateral (barulho que vem de lado). Ele pode ser instalado inclusive no banheiro e na cozinha.</li><li><strong>Trocar janelas e basculantes: </strong>quem mora em edifícios que permitem alteração de fachada, é possível adotar modelos com isolamento acústico e vedação completa.</li><li><strong>Optar por portas antirruídos: </strong>existem portas antirruídos que podem ser instaladas como uma segunda porta instalada de forma sobreposta a que já existe.</li></ul><p><strong>Veja com o síndico a possibilidade de advertência e multa</strong></p></div><div><div>Outra medida para lidar com barulho no condomínio é cobrar do síndico as penalidades previstas nas leis internas.</div></div><div><p>Um vizinho barulhento pode ser considerado um condômino antissocial e ser penalizado por isso. Ele não pode perturbar o sossego dos demais moradores.</p><p>Se a solução amigável não adiantou, o síndico deve ser notificado. E a primeira medida diante da recorrência da situação é advertir o vizinho barulhento.</p><p>A advertência é a penalidade mais branda que cumpre o papel de avisar que ele deve se abster dessa prática prejudicial à coletividade.</p><p>A convenção e o regimento interno do condomínio contêm regras sobre barulho no condomínio. Uma delas é a previsão de multa para o caso de a advertência não surtir efeito.</p><p>É importante que o síndico adote a razoabilidade e a proporcionalidade na hora de aplicar advertências.</p><p>E se o gestor for omisso? O morador possui a opção de fazer uma notificação extrajudicial ou ajuizar uma ação.</p><p><strong>Faça uma notificação extrajudicial</strong></p></div><div><div>Enviar uma notificação extrajudicial ao vizinho barulhento é uma possibilidade chata, mas real.</div></div><div><p>Quando o síndico não atua, o morador aciona o órgão administrativo municipal para tomar as providências cabíveis. Principalmente se o vizinho estiver acima dos limites estabelecidos pela lei do silêncio, que é uma lei municipal.</p><p>Se a notificação não tiver efeito, e o barulho no condomínio persistir, é possível chamar a polícia ou ajuizar uma ação judicial contra o vizinho.</p><p>Para tanto, é importante ter provas do ocorrido, algo que é fácil quando outros moradores são prejudicados. Eles podem ser testemunhas, por exemplo. O comunicado escrito ao síndico ou a reclamação no livro de ocorrências também são meio de provas.</p><p>Se for difícil comprovar o barulho, ainda é possível chamar um tabelião de notas ao edifício. Ele lavrará uma ata notarial sobre o ocorrido, documento que é um eficiente meio de prova, pois o notário possui fé pública.</p><p>O barulho no condomínio é uma situação delicada e motivo de muitos conflitos entre a coletividade.</p></div></div><div style="text-align: justify;"><div><p>O síndico deve atuar preventivamente, orientando os moradores sobre as regras municipais e internas. Em casos extremos, a justiça é a única saída.</p></div></div><p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: Tudo Condo</strong></p></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/o-que-fazer-quando-o-morador-de-cima-faz-muito-barulho-2/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Situações em que o síndico pode descumprir regras internas</title><link>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/situacoes-em-que-o-sindico-pode-descumprir-regras-internas?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=situacoes-em-que-o-sindico-pode-descumprir-regras-internas</link> <comments>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/situacoes-em-que-o-sindico-pode-descumprir-regras-internas#comments</comments> <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 08:22:37 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.totalizecondominios.com.br/?p=4776</guid> <description><![CDATA[Normas condominiais estão dentro de uma ordem jurídica que possui certa hierarquia. O que fazer se a convenção confrontar a Constituição Federal, por exemplo? Por Thais Matuzaki O art. 1.348, inciso IV, do Código Civil, determina que o síndico tem o dever de fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as decisões da assembleia, do contrário, pode ser destituído do cargo. Acontece [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Normas condominiais estão dentro de uma ordem jurídica que possui certa hierarquia. O que fazer se a convenção confrontar a Constituição Federal, por exemplo?</strong></p><p style="text-align: justify;"><strong></strong>Por Thais Matuzaki</p><p style="text-align: justify;">O art. 1.348, inciso IV, do Código Civil, determina que o síndico tem o dever de fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as decisões da assembleia, do contrário, pode ser <a href="https://www.sindiconet.com.br/informese/destituicao-de-sindico-eou-corpo-diretivo-do-condominio-administracao-eleicoes-para-sindico" target="_blank">destituído do cargo</a>.</p><p style="text-align: justify;">Acontece que as regras internas do condomínio estão dentro de uma ordem jurídica que possui certa hierarquia. No topo dessa pirâmide está a Constituição Federal, em seguida temos as leis criadas pelo Poder Público, e aí sim as normas condominiais.</p><p style="text-align: justify;">Neste vídeo, o advogado Zulmar Koerich aponta quais situações o gestor pode desacatar as regras internas do condomínio e ainda sim estar fundamentado juridicamente.</p><div align="center"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Y1mKvCUeSDk" width="640" height="480"></iframe></div><p><strong>via https://www.sindiconet.com.br</strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/situacoes-em-que-o-sindico-pode-descumprir-regras-internas/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>5 dicas para lidar com vizinhos barulhentos</title><link>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/5-dicas-para-lidar-com-vizinhos-barulhentos?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=5-dicas-para-lidar-com-vizinhos-barulhentos</link> <comments>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/5-dicas-para-lidar-com-vizinhos-barulhentos#comments</comments> <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 08:54:23 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.totalizecondominios.com.br/?p=4518</guid> <description><![CDATA[Soluções para resolver problemas vão desde conversas amigáveis com os vizinhos até reformas para evitar o barulho Barulho de salto alto às 23h, bebê chorando madrugada adentro, brigas homéricas a qualquer hora do dia. A vida de quem tem que conviver com vizinhos barulhentos não é nada fácil. Mas seu problema tem solução. O primeiro [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Soluções para resolver problemas vão desde conversas amigáveis com os vizinhos até reformas para evitar o barulho</strong></p><p style="text-align: justify;">Barulho de salto alto às 23h, bebê chorando madrugada adentro, brigas homéricas a qualquer hora do dia. A vida de quem tem que conviver com vizinhos barulhentos não é nada fácil. Mas seu problema tem solução. O primeiro passo é sempre buscar uma alternativa amigável, com um bom papo. Caso este método não funcione, você pode apelar para a administração do condomínio. Prefere não se desgastar? Então procure blindar sua casa contra os barulhos inconvenientes. Confira as dicas:</p><p style="text-align: justify;" dir="ltr"><strong>Tenha uma boa conversa</strong></p><p style="text-align: justify;" dir="ltr">Muitas vezes o barulhento nem sabe que está incomodando quem mora perto dele. Então, antes mesmo de tomar qualquer outra providência, procure seu vizinho e explique o problema, colocando as suas razões. Tem coisas que podem ser facilmente resolvidas (caso sua questão seja com barulho de salto no andar de cima, a vizinha pode instalar um carpete ou até mesmo parar de usar o sapato em casa, por exemplo). Outros barulhos, no entanto, já exigem um pouco mais de paciência da sua parte, como choro de bebê e latido de cachorro. Neste caso, procure ter boa vontade, já que não são sons controláveis. Bom senso de ambos os lados é a chave de tudo.</p><p style="text-align: justify;" dir="ltr"><strong>Informe o condomínio</strong></p><p style="text-align: justify;" dir="ltr">Conversou com o vizinho, mas ele não tomou nenhuma providência em relação ao barulho? O próximo passo, no caso de quem vive em apartamento, é apelar para o condomínio. Informe o seu síndico sobre o problema e deixe que ele, a administradora ou até mesmo o advogado do condomínio tome providências em relação à barulheira causada pelo vizinho.</p><p style="text-align: justify;" dir="ltr"><strong>Instale um drywall</strong></p><p style="text-align: justify;" dir="ltr">Não quer se aborrecer ou é vítima de barulhos que não têm solução a curto prazo, como choro de bebê? Então trate de proteger a sua casa para ficar livre dos indesejáveis sons externos. Uma opção é instalar um drywall, evitando que você escute no interior do apartamento ruídos aéreos (como gritos e choro). Você pode instalar o drywall –  chapas de gesso acartonado com enchimento de lã – no teto, caso o barulho venha de cima. A barulheira é bem ao seu lado? Drywall também é a solução. O revestimento é adicionado a uma parede que já existe, evitando o quebra-quebra. Se o seu problema são sons que vêm do banheiro do vizinho, como chuveiro e descarga, o revestimento pode ser instalado também em cozinhas, lavanderias e banheiro.</p><p style="text-align: justify;" dir="ltr"><strong>Troque as janelas e os basculantes</strong></p><p style="text-align: justify;" dir="ltr">Caso os barulhos que tanto incomodam venham de fora, do prédio da frente, por exemplo, uma solução é trocar janelas e/ou basculhantes por modelos que permitam isolamento acústico e vedação completa. Esta opção só é válida para quem mora em edifícios que permitam alteração da fachada, pois este modelo de janela abre para fora, o que é proibido em alguns condomínios.</p><p style="text-align: justify;" dir="ltr"><strong>Opte por portas antirruídos</strong></p><p style="text-align: justify;" dir="ltr">O barulho que incomoda vem diretamente da sua varanda? Então instale uma porta antirruído por dentro. A peça funciona como uma segunda porta instalada de forma sobreposta a que já existe. Bônus: não precisa quebrar nada nem trocar peças para instalar!</p><p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: Imóvel Web</strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/5-dicas-para-lidar-com-vizinhos-barulhentos/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Pets: nos condomínios eles têm direitos, mas também têm deveres</title><link>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/pets-nos-condominios-eles-tem-direitos-mas-tambem-tem-deveres?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pets-nos-condominios-eles-tem-direitos-mas-tambem-tem-deveres</link> <comments>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/pets-nos-condominios-eles-tem-direitos-mas-tambem-tem-deveres#comments</comments> <pubDate>Thu, 13 Aug 2026 08:00:36 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.totalizecondominios.com.br/?p=3051</guid> <description><![CDATA[A receita para evitar problemas tem sido cautela, respeito e conhecimento da legislação Em levantamento da Pesquisa Nacional de Saúde realizado em 2013 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o Brasil aparece como a segunda maior população de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><strong>A receita para evitar problemas tem sido cautela, respeito e conhecimento da legislação</strong></h4><p style="text-align: justify;">Em levantamento da Pesquisa Nacional de Saúde realizado em 2013 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o Brasil aparece como a segunda maior população de pets em um ranking mundial. Ao todo, são mais de 52 milhões de cachorros e cerca de 22 milhões de felinos distribuídos pelos lares e ruas do país. Os dados ainda demonstraram que o número de pets na época já ultrapassava as 44 milhões de crianças de 0 a 14 anos, demonstrando que a presença de animais de estimação é maior do que a de crianças nos lares brasileiros.</p><p>Nas residências, todo mundo sabe, eles já fazem parte da família. Usam roupas, inúmeros acessórios, têm comidas especiais e até mobiliário exclusivo. Há algum tempo os animais de estimação ou pets, como são chamados atualmente, saíram da casinha do cachorro para dividir o espaço dentro da moradia, perto de toda a família. Com a nova composição familiar, muita coisa teve que se adaptar para que esse membro da família seja tratado como manda o Código Civil. Nos condomínios não foi diferente. E, a principal receita para evitar problemas jurídicos ou de convivência tem sido cautela, respeito e conhecimento da legislação.</p><p style="text-align: justify;">Nos edifícios, esses novos moradores ainda geram polêmica. E, se por um lado algumas pessoas tentam vetar a presenças deles nos condomínios, por outro, a legislação através do direito à propriedade (artigo 1228 do Código Civil) garante ao morador ter e manter o animal dentro do apartamento e utilizar as áreas de acesso do condomínio com o animal. “O entendimento hoje se dá embasado em jurisprudência. Isso porque o Código Civil vê os animais como ‘coisas’, o que faz com que sejam enquadrados no direito à propriedade. Por isso, não cabe ao condomínio proibir a presença dos animais nos apartamentos”, explica o advogado especialista em Direito Civil, Empresarial e Imobiliário, Gustavo Camacho, de Joinville.</p><p style="text-align: justify;">Camacho lembra que na tentativa de antever problemas sobre o tema alguns condomínios inserem inúmeras restrições na convenção e no regimento interno do prédio. Porém, ele alerta que é preciso ter cuidado sobre a validade dessas limitações. “A validade da lei se dá pela aplicação hierárquica, ou seja, a convenção ou regimento interno não podem se contrapor ao que determina a Constituição Federal, Código Civil e demais legislações hierarquicamente superiores, sob pena de anulabilidade” esclarece.</p><p style="text-align: justify;">Ele explica que dentre os erros comuns, as administrações e convenções dos condomínios tentam condicionar o trânsito dos animais nas áreas comuns. “Recentemente tivemos o caso de uma moradora de 70 anos, proprietária de um animal de médio porte que recebeu multas por não carregar o animal no colo. Essa imposição estava na convenção, mas ameaçava a saúde da moradora. Ela recorreu e teve seu direito reconhecido na Justiça com a anulação das multas. Isso porque o condomínio não pode obrigar que o morador transporte o animal no colo, por exemplo. Também não pode impor limitações por tamanhos, raças ou espécies, pois assim como as anteriores podem atingir negativamente direitos, dentre os quais a dignidade da pessoa humana e o direito de propriedade”, elucida.</p><p style="text-align: justify;">Ainda de acordo com ele, a administração predial tem, porém, a possibilidade de restringir a presença dos animais a algumas áreas do prédio, no entanto, o ideal é que essas áreas não sejam as utilizadas para o percurso das unidades ao meio externo do condomínio.</p><p style="text-align: justify;">Por outro lado, a presença do animal também não pode prejudicar o sossego e as condições de moradia dos demais vizinhos. Camacho afirma que dentre as principais reclamações sobre a presença de animais em condomínios, estão o barulho, o mau cheiro e a agressividade. “Essas são, certamente, as três reclamações mais comuns. Para todas elas há iniciativas do condomínio como diálogo, notificações e multas que irão tentar conciliar os interesses e resolver os impasses. Caso não solucionado, aí sim se pode pensar em uma última alternativa viável, com medidas mais drásticas, levando essa questão para uma disputa judicial”, afirma Camacho.</p><p style="text-align: justify;">Para os casos levados ao litígio, o advogado explica que cabe ao reclamante reunir provas documentais de que a presença do animal torna a moradia dos demais vizinhos insalubre. “Na ação vamos reunir os registros de reclamação dos moradores ao condomínio, as notificações da administração para que a unidade se adequasse, provas como vídeos, áudios e relatos de testemunhas. Com a comprovação do problema pode até ocorrer a determinação de que o animal seja retirado do condomínio”, diz ao ressaltar que decisões nesse sentido dizem respeito apenas ao animal de estimação não afetando a permanência do morador da unidade.</p><p style="text-align: justify;"><strong>Mudanças de hábito podem evitar problemas</strong></p><p style="text-align: justify;">Mas antes de levar o caso aos tribunais, cabe também ao condomínio propor soluções para o impasse. A médica veterinária Camila Busatta Bonatto garante que é possível resolver problemas como latidos excessivos, cheiro e agressividade com cuidados clínicos aos animais. “O tratamento varia conforme o problema. Por exemplo, para o mau cheiro adaptar a alimentação investindo em rações especiais pode garantir uma redução do odor do animal. Já para a redução do barulho, atividades físicas podem auxiliar”, conta a veterinária de Balneário Camboriú.</p><p style="text-align: justify;">De acordo com a profissional boa parte dos problemas relacionados a barulhos e agressividade se dão em razão do animal passar muito tempo ocioso e sozinho na unidade. “Temos que ter em mente que os animais domésticos como cães e gatos necessitam por natureza do convívio coletivo e assim precisam se movimentar. Passar muito tempo sozinho vai gerando uma situação de estresse ao animal, que fica mais irritado, barulhento ou arredio”, comenta.</p><p style="text-align: justify;">Para casos assim, a médica explica que aumentar o número de vezes que o animal passeia pode ser uma boa alternativa, e salienta que já existem creches para pets que fazem esse trabalho para quem não dispõe de tempo. “Assim se evita que ele fique sozinho. Ele vai gastar a energia, liberar endorfina e por consequência ficar mais tranquilo quando estiver no apartamento”, pontua e esclarece que se, ainda assim, o quadro de agressividade e ansiedade não for revertido, o especialista também pode propor introduzir ansiolíticos ao tratamento do animal.</p><p style="text-align: justify;"><strong>Rotina e Tecnologia contra o barulho</strong></p><p>Em Florianópolis, no apartamento da analista contábil Giselle Cristine, os passeios frequentes e a tecnologia são as garantias de sossego para o condomínio. Além de manter uma rotina de dois passeios diários para a Tupy e a Bombom, usar de ferramentas modernas é o meio que a moradora encontrou para tranquilizar seus cachorros.</p><p style="text-align: justify;">“Instalamos uma câmera administrada por um aplicativo instalado no celular pelo qual podemos vê-las e conversar com elas, mesmo quando não estamos em casa. Se quando estamos fora de casa, ao olhar pela câmera percebemos que elas estão agitadas, consigo falar com ela através de uma caixa de som embutida na câmera. Ao me escutar elas se acalmam e assim evitamos que elas façam barulho maior”, diz a moradora.</p><p style="text-align: justify;">Ela ainda revela que a aquisição e instalação do equipamento e o aplicativo tiveram custo de aproximadamente R$ 300. Segundo ela, o equipamento que tem fácil instalação e o uso trouxe maior sossego para a família e para os vizinhos. “Hoje nós sabemos o que está acontecendo e podemos interagir com elas. Com certeza melhorou o cuidado para evitar reclamações e problemas com os vizinhos”, avalia.</p><p><strong>Fonte: CondomínioSC</strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/pets-nos-condominios-eles-tem-direitos-mas-tambem-tem-deveres/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Visita utilizando áreas comuns do condomínio: pode ou não pode?</title><link>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/visita-utilizando-areas-comuns-do-condominio-pode-ou-nao-pode?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=visita-utilizando-areas-comuns-do-condominio-pode-ou-nao-pode</link> <comments>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/visita-utilizando-areas-comuns-do-condominio-pode-ou-nao-pode#comments</comments> <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 08:42:02 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.totalizecondominios.com.br/?p=5939</guid> <description><![CDATA[Uma das dúvidas mais recorrentes sobre as áreas comuns do condomínio é o tratamento dado às visitas. Quando o condômino as recebe, elas podem utilizar playground, piscina ou academia? Existem regras comuns em vários edifícios residenciais, mas algumas delas são abusivas e não poderiam existir. Veja a seguir os principais pontos a respeito das visitas [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Uma das dúvidas mais recorrentes sobre as áreas comuns do condomínio é o tratamento dado às visitas. Quando o condômino as recebe, elas podem utilizar playground, piscina ou academia?</strong></p><p style="text-align: justify;">Existem regras comuns em vários edifícios residenciais, mas algumas delas são abusivas e não poderiam existir. Veja a seguir os principais pontos a respeito das visitas em condomínio!</p><h6 style="text-align: justify;">Visitas em condomínios</h6><p style="text-align: justify;">Os moradores, ainda que inquilinos, possuem direito de usufruir das áreas comuns do condomínio. Isso não é contestado. Mas e quando eventualmente aparece visitas dos moradores? Eles poderão utilizar as áreas comuns?</p><p style="text-align: justify;">As normas sobre visitas em condomínios devem constar no regimento interno. Em geral, é aceitável que elas possam utilizar tais áreas, desde que acompanhadas e supervisionadas pelo morador, e que não privem outros moradores da utilização das áreas de lazer e confraternização.</p><p style="text-align: justify;">O pensamento que o morador deve ter é que as áreas comuns não pertencem somente a ele, mas à coletividade de condôminos. Então, as visitas não podem atrapalhar o usufruto dos demais proprietários sobre piscinas, academia, salão de festas etc. Da mesma forma, é preciso controlar ruídos e horários.</p><h6 style="text-align: justify;">Cadastro</h6><p style="text-align: justify;">A partir do momento em que a visita ingressa no condomínio, a responsabilidade por ela é do morador. Seja em situações de comemorações ou estadia, ou seja, em visitas curtas ou longas, o ideal é que tudo seja monitorado pela portaria. A melhor forma de fazer isso é realizando um cadastro.</p><p style="text-align: justify;">Nos casos de eventos, é recomendado ao morador deixar uma lista com nomes e RG ou CPF dos visitantes, para que o porteiro faça a conferência antes de liberar a entrada. No caso de estadias mais longas, é preciso informar com antecedência o porteiro o nome, o RG ou CPF e o tempo de estadia. É interessante que essa lista esteja sempre atualizada.</p><h6 style="text-align: justify;">Segurança</h6><p style="text-align: justify;">O condômino também deve fazer sua parte para zelar pela segurança dos usuários, inclusive quando falamos das visitas em áreas comuns do condomínio. Para isso, é interessante que, além do cadastro, informe as normas de uso e segurança dos equipamentos.</p><p style="text-align: justify;">Se alguma delas causar problemas, os demais moradores podem comunicar o fato ao síndico, que deverá adotar providências junto ao responsável. Notificações, multas e outras ações são comuns.</p><h6 style="text-align: justify;">Regras corriqueiras sobre o uso de áreas comuns do condomínio por visitas</h6><p style="text-align: justify;">As visitas em condomínio são regulamentadas pelo regimento interno, que trata das situações cotidianas de um edifício. Portanto, as regras sobre o tema são específicas em cada local. Dito isso, é preciso saber o que normalmente é adotado em boa parte dos condomínios.</p><h6 style="text-align: justify;">Regras permitidas</h6><ul style="text-align: justify;"><li>Limitação do número de visitas para utilizar cada equipamento da área comum;</li><li>Distribuição de um número limitado de pulseiras coloridas para permitir o acesso durante a estadia, especialmente em épocas de pico;</li><li>Acesso de visitantes ao condomínio somente após informar o morador que, em caso de dúvida, deverá se dirigir pessoalmente à portaria;</li><li>Informação ao síndico ou responsável sobre estadias longas (é um contrato de temporada, uma cessão provisória do imóvel ou uma visita com duração estendida?);</li><li>Estabelecimento de multa em caso de descumprimento das regras previstas nas leis condominiais sobre visitas no condomínio.</li></ul><h6 style="text-align: justify;">Regras abusivas</h6><ul style="text-align: justify;"><li>Vetar a presença dos filhos de zelador quando este morar no condomínio;</li><li>Vetar o uso da piscina a empregados que residem com seus patrões.</li></ul><p style="text-align: justify;">Esses são alguns exemplos de regras presentes no regimento interno ou na convenção de condomínio sobre o uso de áreas comuns do condomínio por visitas. É preciso, porém, consultar as leis condominiais próprias para saber exatamente quais são as normas definidas pela coletividade.</p><p style="text-align: justify;"><p style="text-align: justify;"><h6 style="text-align: justify;">Fonte: TudoCondo</h6> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/visita-utilizando-areas-comuns-do-condominio-pode-ou-nao-pode/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>É possível gerar renda para o condomínio? Sim, saiba como!</title><link>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/e-possivel-gerar-renda-para-o-condominio-sim-saiba-como?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=e-possivel-gerar-renda-para-o-condominio-sim-saiba-como</link> <comments>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/e-possivel-gerar-renda-para-o-condominio-sim-saiba-como#comments</comments> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:06:47 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.totalizecondominios.com.br/?p=6690</guid> <description><![CDATA[Se os valores arrecadados na cobrança mensal das taxas condominiais não são suficientes, há alternativas que podem gerar renda para o condomínio. Muitas vezes, os valores arrecadados por meio da cobrança mensal da taxa condominial não são suficientes para suprir o caixa. E muito menos para custear projetos especiais. Para equilibrar as finanças, além de uma boa [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Se os valores arrecadados na cobrança mensal das taxas condominiais não são suficientes, há alternativas que podem gerar renda para o condomínio.</h2><p style="text-align: justify;">Muitas vezes, os valores arrecadados por meio da cobrança mensal da taxa condominial não são suficientes para suprir o caixa. E muito menos para custear projetos especiais. Para equilibrar as finanças, além de uma boa gestão financeira, é possível gerar renda para o condomínio.</p><h2 style="text-align: justify;">Gestão financeira do condomínio: desafio constante</h2><p style="text-align: justify;">Não é fácil manter em dia as muitas despesas e os custos fixos do condomínio. Afinal, nenhuma manutenção pode ser negligenciada.</p><p style="text-align: justify;">Os projetos especiais também são demanda dos moradores que, além de novidades para seu bem-estar, querem a valorização do patrimônio.</p><p style="text-align: justify;">Lembre-se que para implementar ações que visam gerar renda para o condomínio, é essencial que o síndico mantenha uma comunicação clara com os moradores. O consenso e a transparência nas decisões são cruciais para obter bons resultados.</p><p style="text-align: justify;">Além disso, é importante avaliar as necessidades e interesses da comunidade para garantir que as iniciativas sejam bem recebidas e tragam benefícios para todos. Sem conflitos e desentendimentos.</p><h2 style="text-align: justify;">Ações que podem gerar renda para o condomínio</h2><h3 style="text-align: justify;">Aluguel de espaços comuns</h3><p style="text-align: justify;">Geralmente, a utilização do salão de festas, espaço gourmet e churrasqueiras é exclusiva para moradores, de acordo com Regimento Interno. Porém, permitir o aluguel destes espaços comuns para externos pode gerar uma receita significativa.</p><p style="text-align: justify;">Neste caso, é fundamental estabelecer regras claras sobre o uso e a manutenção dos espaços. Vale lembrar que outras áreas de lazer, como quadras de esportes ou salões de jogos também podem ser alugados, aumentando assim a receita do condomínio.</p><h3 style="text-align: justify;">Espaços vagos</h3><p style="text-align: justify;">O aluguel de garagens ou vagas ociosas também é uma opção de geração de renda para o condomínio. Se o empreendimento tiver vagas de garagem não utilizadas, elas podem ser alugadas para moradores ou pessoas de fora. Particularmente, em regiões com alta demanda por estacionamento, os valores cobrados podem surpreender.</p><p style="text-align: justify;">Os condomínios costumam ter áreas disponíveis para depósitos. Espaços de armazenamento que não estão sendo utilizados podem ser alugados para moradores que precisam e empresas das redondezas.</p><h3 style="text-align: justify;">Publicidade</h3><p style="text-align: justify;">Instalar painéis de publicidade ou totens em áreas comuns no alto dos prédios ou nas fachadas pode gerar renda adicional e com pouco esforço. É importante escolher anunciantes que não comprometam a estética do condomínio.</p><p style="text-align: justify;">A publicidade digital também é alternativa a ser considerada se o condomínio tiver um site ou um aplicativo. Nestes também é possível vender espaço publicitário para empresas locais ou não.</p><h3 style="text-align: justify;">Antenas de telecomunicações</h3><p style="text-align: justify;">Alugar espaço para a instalação de antenas de telecomunicações pode ser fonte de receita. Muitas operadoras estão dispostas a pagar por espaços em condomínios. A atenção aqui é conferir se a instalação não vai interferir na estrutura do prédio.</p><h3 style="text-align: justify;">Eventos e atividades</h3><p style="text-align: justify;">Organizar e promover eventos, feiras, bazares ou festas pode gerar renda por meio de taxas de participação ou venda de ingressos. A mesma ideia vale para a realização de cursos e oficinas, que podem ser oferecidos para moradores e comunidade, cobrando taxa de inscrição.</p><h2 style="text-align: justify;">Medidas para economizar e gerar caixa</h2><p style="text-align: justify;">Com uma gestão financeira eficiente e a adoção de estratégias criativas, é possível controlar as finanças do condomínio, economizar e também criar um ambiente mais sustentável e colaborativo.</p><p style="text-align: justify;">Há algumas iniciativas que podem ser muito bem-vindas para proteger o meio ambiente e que, paralelamente, acabam gerando economia ou fonte de renda. Confira:</p><h3 style="text-align: justify;">Monetização da coleta seletiva:</h3><p style="text-align: justify;">O condomínio pode implementar um programa de coleta seletiva e vender materiais recicláveis, como papel, plástico e metal. Isso gera uma pequena renda e ainda reduz custos com a coleta de lixo.</p><p style="text-align: justify;">A educação ambiental é a palavra de ordem para preservação da vida no planeta. Promover campanhas de conscientização entre os moradores sobre a importância da reciclagem pode aumentar a quantidade de materiais recicláveis e, consequentemente, a renda gerada.</p><h3 style="text-align: justify;">Eficiência energética:</h3><p style="text-align: justify;">Você já pensou em adotar o uso de energia solar no seu condomínio? Investir em painéis solares pode reduzir significativamente a conta de energia. Em algumas situações, é possível gerar créditos com a distribuidora de energia.</p><p style="text-align: justify;">A iluminação LED também traz economia para condomínio: Trocar lâmpadas convencionais por LEDs nas áreas comuns reduz o consumo de energia e os respectivos custos mensais.</p><h3 style="text-align: justify;">Manutenção preventiva:</h3><p style="text-align: justify;">Uma programação de manutenções preventivas e regulares bem feita e bem executada pode evitar gastos elevados com reparos emergenciais. Isso equilibra o orçamento.</p><h3 style="text-align: justify;">Parcerias e convênios:</h3><p style="text-align: justify;">Você pode conseguir descontos em serviços por meio de parcerias com prestadores de serviços, como empresas de limpeza, segurança, etc.</p><p style="text-align: justify;"><strong>via tudocondo.com.br</strong></p><p>&nbsp;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/e-possivel-gerar-renda-para-o-condominio-sim-saiba-como/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Cronograma de manutenção condominial: mês a mês</title><link>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/cronograma-de-manutencao-condominial-mes-a-mes?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cronograma-de-manutencao-condominial-mes-a-mes</link> <comments>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/cronograma-de-manutencao-condominial-mes-a-mes#comments</comments> <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:29:57 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.totalizecondominios.com.br/?p=6064</guid> <description><![CDATA[&#160; Existem períodos mais propícios para algumas atividades no condomínio. Por isso, preparamos esse cronograma de manutenção condominial mês a mês. A manutenção do condomínio é fundamental para que tudo funcione bem, em segurança e com preço justo. Isso vale para todos já que com a passagem do tempo e a frequência de uso, os [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <section><div><div><div><p style="text-align: justify;"><strong>Existem períodos mais propícios para algumas atividades no condomínio. Por isso, preparamos esse cronograma de manutenção condominial mês a mês.</strong></p></div></div></div> </section><p style="text-align: justify;"><p>A manutenção do condomínio é fundamental para que tudo funcione bem, em segurança e com preço justo. Isso vale para todos já que com a passagem do tempo e a frequência de uso, os empreendimentos sempre requerem vistorias e correções. Portanto, o ideal é cumprir à risca o cronograma de manutenção condominial.</p><div style="text-align: justify;"><p>Quando não realizada a manutenção preventiva e corretiva, o valor do seu patrimônio é depreciado. E se coloca em risco a construção, os moradores e a comunidade. Neste artigo, mostramos quais atividades devem ser feitas a cada mês, considerando as razões dos procedimentos.</p></div><div style="text-align: justify;"><p>Por exemplo, com a chegada do verão, os moradores utilizam muito mais a piscina e o solarium do que no inverno. Portanto, não somente a limpeza, mas as medições de pH e eventuais correções devem ser feitas com maior frequência.</p><p>Já no período entre o fim de maio e começo de junho, termina a temporada de chuvas. Hora de reparar a pintura das áreas comuns. E observar atentamente se há fissuras, vazamentos e necessidade de impermeabilização das superfícies.</p><h2>Cronograma de manutenção condominial: O que deve ser feito a cada mês</h2><h3>Janeiro</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>No principal mês de férias e calor, uma das atividades primordiais é o reforço da segurança geral do condomínio. Você sabia que nesse período crescem as ocorrências de invasões, roubos e furtos, principalmente nos condomínios residenciais? Então, fique atento.</p><h3>Fevereiro</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>A limpeza das caixas d’água precisa ser realizada duas vezes ao ano. Fevereiro é um bom mês para a primeira delas. Programe a segunda para agosto.</p><h3>Março</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>Vamos cuidar do jardim? O calor e as tempestades do verão podem ter prejudicado parte das suas plantações.</p><h3>Abril</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>Realize a inspeção predial. O objetivo é avaliar aspectos fundamentais da vida condominial.  Bom mês, também, para realizar desinsetização. Já marque a segunda rodada para outubro.</p><h3>Maio</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>No cronograma de manutenção condominial, é crucial se programar para o inverno. Realize os reparos necessários às áreas externas porque geralmente, este é um período de poucas chuvas. Estamos falando sobre a restauração de fissuras, eventuais infiltrações e contratação de uma empresa conceituada para os serviços de impermeabilização.</p><h3>Junho</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>Organize as áreas de entretenimento e recreação para que tudo esteja em perfeito estado de preservação para o mês das férias escolares. As áreas de lazer como piscina, sala de jogos, brinquedoteca, cinema, playground, academia e quadras de esporte devem estar com os equipamentos em dia. De modo que garanta segurança pos usuários.</p><h3>Julho</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>Ainda dentro do seu cronograma de manutenção condominial, faça uma avaliação geral de todos os maquinários e equipamentos eletrônicos. Se houver necessidade de reparos ou trocas esta é a hora. Não se esqueça de conferir se tem orçamento para estas tarefas que podem custar caro.</p><h3>Agosto</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>Parece cedo, mas não é. Em agosto, o ideal é já iniciar a preparação das piscinas para utilização no verão. Faça uma manutenção detalhada incluindo a limpeza dos azulejos do fundo e laterais e, ainda, a reparação de vazamentos.</p><p>Não se esqueça de também fiscalizar as áreas onde os moradores tomam sol, tanto a parte estrutural quanto equipamentos como cadeiras e guarda-sóis.</p><h3>Setembro</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>Aqui o cuidado maior fica para os jardins e paisagismo em geral. É preciso verificar as adubações e as podas. Afinal, dia 21, chega a primavera. As áreas verdes do condomínio só vão florescer lindas e saudavelmente se os serviços de jardinagem estiverem nota 10.</p><h3>Outubro</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>Com a aproximação do verão, vale checar os reservatórios de água e as respectivas bombas. Tudo em perfeito estado? Lembre-se da segunda rodada de limpeza das caixas d’água. Ninguém quer ter falta de água durante as altas temperaturas, certo?</p><h3>Novembro</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>Já prevendo que dezembro e janeiro são tempos de bastante chuva, aproveite para analisar como está a situação dos pára-raios e todo o sistema hidráulico do condomínio.</p><h3>Dezembro</h3></div><div style="text-align: justify;"><p>Férias escolares e festas de fim de ano estão bem próximas. No seu cronograma de manutenção condominial, é época de garantir que a estrutura para receber a decoração de Natal esteja sob controle. Neste aspecto, a potência pra instalação das luzes merece atenção especial. Idem para o salão de festas e espaço Gourmet e churrasqueiras cuja utilização aumenta muito.</p></div><p style="text-align: justify;"><strong>via tudocondo.com.br</strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/cronograma-de-manutencao-condominial-mes-a-mes/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Expulsão de condômino. É possível?</title><link>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/expulsao-de-condomino-e-possivel?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=expulsao-de-condomino-e-possivel</link> <comments>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/expulsao-de-condomino-e-possivel#comments</comments> <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 03:03:47 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.totalizecondominios.com.br/?p=6382</guid> <description><![CDATA[Saiba quais são as circunstâncias para que essa medida seja possível. A expulsão de um condômino de um condomínio é um procedimento complexo que envolve questões legais delicadas. A expulsão do chamado condômino antissocial é um procedimento drástico e deve ser muito bem embasado documentalmente, com fundamentos legais sólidos, para que se possa cumprir todas [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div><p style="text-align: justify;"><strong>Saiba quais são as circunstâncias para que essa medida seja possível.</strong></p></div><div><div><p style="text-align: justify;">A expulsão de um condômino de um condomínio é um procedimento complexo que envolve questões legais delicadas. A expulsão do chamado condômino antissocial é um procedimento drástico e deve ser muito bem embasado documentalmente, com fundamentos legais sólidos, para que se possa cumprir todas as formalidades para então, requerer esta ordem, judicialmente. A principal base legal para tal ação encontra-se no Código Civil, especialmente nos <a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10645429/artigo-1336-da-lei-n-10406-de-10-de-janeiro-de-2002" rel="noreferrer noopener" target="_blank">artigos 1.336</a> e 1.337, que dispõem sobre as regras de convivência e a possibilidade de penalizações.</p><p style="text-align: justify;">Embora a legislação não seja expressa sobre a expulsão, há muitas decisões dos Tribunais de Justiça do país que acatam este entendimento que é, inclusive, defendido por muitos juristas.</p><p style="text-align: justify;">A expulsão de um condômino é motivada por reiterados comportamentos inadequados ou por violações graves das regras do condomínio. Alguns exemplos de infrações que podem justificar a expulsão incluem:</p><p style="text-align: justify;">a) Inadimplemento: O não pagamento frequente das cotas condominiais e demais encargos financeiros;</p><p style="text-align: justify;">b) Comportamento antissocial: Comportamento que perturba a paz e a segurança dos demais condôminos, como ruídos excessivos, ameaças, assédios e lesões praticadas, ou a prática de atos ilícitos nas dependências do condomínio; e</p><p style="text-align: justify;">c) Violação grave das normas do condomínio: Isso pode incluir a desobediência frequente às regras estabelecidas na convenção e no regimento interno.</p><p style="text-align: justify;">Uma das principais características que definem o comportamento antissocial se dá quando as notificações de multa das infrações não produzem seu desejado efeito, isto é, quando não paga, ou o infrator quita cada uma delas, sem mudar seu comportamento.</p><p style="text-align: justify;">O procedimento para a expulsão de um condômino varia de acordo com as circunstâncias. Em linhas gerais o procedimento depende de comprovações robustas das atitudes antissociais do condômino, além da necessidade de convocação de Assembleia Geral específica para tratar do caso, e votem a favor da expulsão, para então, ao reunir todos estes elementos, provas e efetuados os procedimentos, possa se ajuizar uma ação requerendo a expulsão.</p><p style="text-align: justify;">Uma vez obtida a ordem judicial, o condômino infrator deve ser notificado para desocupar o imóvel, e a expulsão é realizada por oficial de justiça, se necessário com uso de força policial. Assim, o infrator expulso perde a posse, mas não a propriedade, razão pela qual poderá vende-la ou locá-la se assim desejar.</p><p style="text-align: justify;"><strong>Escrito por:</strong></p><p style="text-align: justify;"><a href="https://vivaocondominio.com.br/colunistas/felipe-fava-ferrarezi">Felipe Fava Ferrarezi</a> – (OAB/SC 26.673), advogado Especialista em Direito Condominial e pós-Graduado em Direito Processual Civil. Além disso, é presidente da Comissão de Direito Condominial da Subseção da OAB de Blumenau/SC, membro da Comissão de Direito Condominial da Seccional OAB/SC e diretor adjunto da ANACON.</p><p style="text-align: justify;"><strong>via vivaocondominio.com.br</strong></p></div></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/expulsao-de-condomino-e-possivel/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Lidando com objeções em assembleias de condomínio</title><link>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/lidando-com-objecoes-em-assembleias-de-condominio?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lidando-com-objecoes-em-assembleias-de-condominio</link> <comments>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/lidando-com-objecoes-em-assembleias-de-condominio#comments</comments> <pubDate>Tue, 28 Jul 2026 08:00:57 +0000</pubDate> <dc:creator>admin</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.totalizecondominios.com.br/?p=2538</guid> <description><![CDATA[Questionamentos ao síndico são comuns, conheça técnicas para manter a reunião focada “Um bom aluno não faz a lição de casa em sala de aula” O dito popular pode muito bem ser aplicado para a vida em condomínio. Não se engane, síndico. A assembleia é a hora de estar com a lição de casa em dia. Não [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Questionamentos ao síndico são comuns, conheça técnicas para manter a reunião focada</strong></p><blockquote><p>“Um bom aluno não faz a lição de casa em sala de aula”</p></blockquote><p style="text-align: justify;">O dito popular pode muito bem ser aplicado para a vida em condomínio. Não se engane, síndico. A<strong> assembleia é a hora de estar com a lição de casa em dia.</strong> Não é a hora de fazê-la!</p><p style="text-align: justify;">E para ser considerado um bom aluno, o síndico deve ter tido boas práticas o ano inteiro.</p><p style="text-align: justify;">Além de ter executado uma boa gestão, deve ter sido transparente com as contas e seus atos, ter se comunicado bem com os moradores e funcionários e ter seguido o que pede a convenção e o regulamento interno.</p><p style="text-align: justify;">Porém, é importante saber que mesmo tendo cumprido bem o seu trabalho, que as <strong>objeções e questionamentos irão acontecer em assembleia</strong>.</p><p style="text-align: justify;">Isso porque <strong>mesmo trabalhando bem, nem todos acompanharam a fundo a sua administração</strong>, outros discordam de alguns pontos, tem ainda quem não acompanhou nada e só quer criticar &#8211; infelizmente.</p><p style="text-align: justify;">E há, também, aqueles que acabaram de se mudar para o condomínio e realmente não conhecem o dia a dia e como a gestão foi feita.</p><blockquote><p>“É fundamental que o síndico saiba de antemão: <strong>sim, haverá objeções e questionamentos sobre os seus atos, sobre a sua gestão</strong>. É natural e esperado para o momento”, avalia a coach que atua no setor condominial Quelem Machado.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">E para você lidar melhor com as objeções e perguntas que devem acontecer durante a assembleia, trouxemos abaixo a<strong>lgumas técnicas para a situação, que não precisa ser de desconforto</strong>. Confira!</p><p style="text-align: justify;"><strong>Seja assertivo e não agressivo na resposta</strong></p><p style="text-align: justify;">É muito natural que os condôminos tenham dúvidas e discordem, em certa medida, da gestão condominial.</p><blockquote><p>“O <strong>síndico deve saber aceitar críticas</strong>, afinal, em assembleia, estão todos querendo o que é melhor para o condomínio”, pontua Roberto Piernikarz, diretor da administradora BBZ</p></blockquote><p style="text-align: justify;">Essa discordância <strong>só não deve</strong>, nunca, cair para a área do <strong>desrespeito, das injúrias, calúnias e difamações.</strong></p><p style="text-align: justify;">Se, por exemplo, alguém pergunta o motivo de uma obra ter atrasado meses, o síndico deve saber explicar o motivo. A melhor forma de fazer isso é <strong>sendo objetivo e tendo de antemão as informações necessárias</strong>, não usando de ironia ou sarcasmo na sua resposta.</p><blockquote><p style="text-align: justify;">“É importante que o síndico tenha calma para responder às objeções e críticas referentes a sua gestão. O que ele <strong>não deve, nunca, é entrar no debate, discutir, se exaltar</strong>”, aponta Quelem Machado.</p></blockquote><p style="text-align: justify;"><strong>Comunicação não-violenta</strong></p><p style="text-align: justify;">Pode parecer estranho o nome da técnica, mas a <strong>comunicação não-violenta pode ser uma ótima ferramenta </strong>para aquelas assembleias com clima mais acirrado.</p><blockquote><p>“Comunicar-se dessa forma é extremamente útil para síndicos. Após uma acusação ou pergunta mais ‘descabida’, o ideal é o gestor tentar entender o que foi questionado e tentar se colocar no lugar do outro, e responder sempre com respeito e amabilidade, usando o mesmo tom de voz”, sugere Ana Luiza Pretel, advogada e pioneira no uso de mediação de conflitos em condomínio.</p></blockquote><p style="text-align: justify;"><strong>Pode ser difícil para um síndico</strong> que esteja extremamente estressado e que vive sendo acusado injustamente, agir dessa forma.</p><p style="text-align: justify;">Porém, vale salientar que quando a pessoa não se altera, e se mostra disposta a dialogar, o provável é que o condômino que está fazendo as perguntas incômodas, ou em um tom de voz agressivo, fique cada vez menos alterado.</p><blockquote><p>“Nesses casos, geralmente, a pessoa tende a não querer tirar o outro do sério, porque está vendo o síndico calmo e aberto ao diálogo”, assinala ela.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">Esse tipo de conduta também <strong>ajuda o síndico a ganhar o apoio dos demais presentes</strong>.</p><blockquote><p>“Se o gestor se mostra uma pessoa tranquila e aberta a questionamentos, sem ‘entrar na briga’, <strong>o provável é que ganhe a simpatia dos demais partipantes da assembleia</strong>”, explica Adriana Adler, consultora de governança e coach.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">Dessa forma, o síndico consegue responder à objeção e seguir com a pauta da assembleia sem &#8216;contaminar&#8217; o clima da reunião.</p><p style="text-align: justify;"><strong>Prepare-se para o pior!</strong></p><blockquote><p style="text-align: justify;">“<strong>Qual é a pior coisa para aquele síndico ouvir?</strong> Ser chamado de corrupto? Incompetende? Desonesto? O síndico deve, então, fazer esse exercício de imaginação antes da assembleia: imaginar ser acusado das coisas que mais lhe incomodam. Dessa forma, ele conseguirá não apenas ficar mais calmo caso esse cenário aconteça, como já estará preparado para responder de uma forma mais positiva a uma situação grave como essa”, explica Quelém Machado.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">A coach também sugere que ao fazer esse exercício, o <strong>síndico realmente se esforce em pensar em uma resposta que não seja agressiva, mas que seja objetiva, clara e honesta, </strong>tentando retomar ao assunto da pauta o mais rápido possível.</p><p style="text-align: justify;">É importante salientar também que xingamentos contra o síndico, conselho fiscal e outros membros da administração condominial – e até outros moradores – <strong>podem configurar como injúrias, calúnias e difamações</strong>, e gerar processos civil e criminal contra fez as acusações.</p><p style="text-align: justify;">Por isso, é importante que<strong> esse tipo de acusação fique registrada em ata</strong>, para que posteriormente o síndico ou outra parte prejudicada consiga comprovar o que ocorreu.</p><p style="text-align: justify;"><strong>Para cada divergência, pedir uma sugestão</strong></p><p style="text-align: justify;">Quando houver uma crítica a algo que já foi realizado, ou aprovado, é interessante que o<strong> síndico peça uma proposta ou sugestão.</strong></p><blockquote><p>“Quando pedimos para uma pessoa que discorda de uma situação apontar um caminho, ela se sente ouvida e realmente pode contribuir para a melhoria de algo que ela considera um problema”, pesa Adriana Adler.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">Além de um caminho alternativo a ser seguido, também é importante que a pessoa aponte <strong>como a mudança será feita, por quem, quando e o que deveria ser feito.</strong></p><blockquote><p>“Dá uma nova perspectiva para quem está de fora”, analisa ela.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">Dessa forma, o que <strong>antes poderia ser encarado apenas como uma crítica vazia, pode realmente agregar </strong>e tornar-se um caminho viável para o condomínio.</p><p style="text-align: justify;">Caso não haja nenhuma sugestão prática de melhoria, o síndico pode pesar que realmente, algumas vezes, é preciso tomar decisões para a gestão que não irão agradar a todos, mas que eram necessárias ou urgentes naquele momento.</p><p style="text-align: justify;"><strong>Mantendo o foco</strong></p><p style="text-align: justify;">Em quase todo condomínio há <strong>aquele morador que acredita que a assembleia seja apenas para tirar as suas dúvidas,</strong> e que as suas perguntas são as mais importantes – e que isso lhe daria o direito de interromper os demais e fazer todos os questionamentos possíveis.</p><blockquote><p>“Caso seja um problema recorrente em assembleias, pode-se usar placas de sequência, que sinalizam quem serão os próximos a falar. Também é importante que o presidente da mesa não dê a vez para essa pessoa interromper os colegas na reunião. Dessa forma consegue-se diminuir esse tipo de comportamento”, explica Quélem Machado.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">Justamente por ser o responsável em manter a ordem, o<strong> presidente da mesa deve ser escolhido com todo o cuidado. </strong></p><blockquote><p>“<strong>Deve ser alguém que seja objetivo e que consiga dizer “não” para os presentes</strong>. Não adianta ser aquela pessoa que quer ser legal com todo mundo”, pesa Roberto Piernikarz, da administradora BBZ.</p></blockquote><p style="text-align: justify;"><strong>Trabalhe com aliados</strong></p><p style="text-align: justify;">Pode parecer lobby, mas não é. Caso o condomínio tenha passado por algum momento turbulento e o síndico tenha alguém ao seu lado, que tenha acompanhado o processo, e que entendeu realmente a necessidade daquilo – como uma grande obra, ou a demissão de um funcionário querido, por exemplo – ao ser questionado, <strong>o gestor pode pedir ajuda a esse morador ou conselheiro que dê a sua visão dos fatos.</strong></p><blockquote><p>“Trazer outras pessoas e seus entendimentos para o coletivo ajuda o síndico a mostrar que não está sozinho na administração do local”, salienta Adriana Adler.</p></blockquote><p style="text-align: justify;"><strong>No começo da assembleia</strong></p><p style="text-align: justify;">Mesmo com todas essas técnicas para encarar uma assembleia, é<strong> importante fazer alguns “combinados” com os presentes, que podem ficar escritos em um flip chart </strong>– assim, eles estão sempre à vista e os atrasados também conseguem vê-los.</p><ul style="text-align: justify;"><li>Espere a sua vez para falar</li><li>Todos serão ouvidos</li><li>Combine um tempo de fala, réplica e tréplica – também é importante que um dos presentes seja escolhido para cronometrar esse tempo &#8211; e que estes sejam respeitados</li><li>Peça que todos desliguem ou deixem o celular no silencioso – e que não atendam ao aparelho durante a reunião</li><li>Escolham, logo no começo, quanto tempo deve durar cada item da pauta – isso evita que a reubião se prolongue além do necessário</li></ul><p style="text-align: justify;"><strong>Antes da assembleia</strong></p><p style="text-align: justify;"><strong>FAZENDO A LIÇÃO DE CASA:</strong></p><p style="text-align: justify;">Sabemos que a lição de casa do síndico é feita no dia-a-dia.</p><blockquote><p>“Acontecem muitas objeções na assembleia quando o cotidiano é complicado com o síndico. Se ele não está disponível, por exemplo. Quando não retorna as ligações e e-mails dos moradores. Ao não prestar contas ao longo, barrar informações”, exemplifica Roberto Piernikarz.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">Também ajuda a manter a assembleia nos trilhos quando o <strong>material de consulta é oferecido antes do início</strong> da mesma.</p><blockquote><p style="text-align: justify;">“Se os moradores têm acesso aos documentos que serão tema da discussão antes da assembleia, já podem ir estudando, comparando e vão chegar na reunião melhor preparados e com menos dúvidas”, pontua Ana Luiza Pretel.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">Outro ponto importante de se manter em dia com os moradores é <strong>organizar reuniões mensais ou a cada dois meses com eles</strong> - não necessariamente assembleias.</p><blockquote><p style="text-align: justify;">&#8220;Um encontro com quem tem dúvidas para tirar com o síndico, em caráter informal. Acho que esse tipo de disponibilidade do síndico <strong>ajuda muito a mostrar que ele realmente está empenhado em fazer a melhor gestão possível </strong>- e para todos &#8211; do condomínio&#8221;, assinala Roberto.</p></blockquote><p style="text-align: justify;"><strong>CONHEÇA SEU PÚBLICO:</strong></p><p style="text-align: justify;">Cada condomínio é de um jeito, tem um perfil diferente. E isso, é claro, reflete nas assembleias de cada local.</p><p style="text-align: justify;">Para que a reunião flua bem, e o síndico consiga responder de maneira positiva às questões levantadas, <strong>é fundamental que ele conheça bem quem é seu público</strong>.</p><blockquote><p>&#8220;Se a grande maioria dos moradores é composta de casais sem filhos, por exemplo, não há motivo para o condomínio investir em um playgroud &#8211; e é provável que o síndico seja bastante questionado caso deseje investir em um espaço desse tipo&#8221;, analisa Quelem.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">O síndico também pode fazer, antes da reunião, uma enquete com os moradores no portal do condomínio, para saber, já de antemão, quais são os desejos daquela coletividade.</p><blockquote><p>&#8220;Conhecer as prioridades e desejos de quem mora no condomínio ajuda &#8211; e muito &#8211; o síndico a nortear sua gestão&#8221;, afirma Ana Luiza Pretel.</p></blockquote><p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: https://www.sindiconet.com.br</strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>https://www.totalizecondominios.com.br/noticias/lidando-com-objecoes-em-assembleias-de-condominio/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>